Aconteceu mais uma vez: um Boeing 777-300ER da KLM, matrícula PH-BVP, que operava o voo KL735 entre Amsterdã e Curaçao, retornou em emergência ao Aeroporto de Schiphol nesta quinta-feira (17) após a explosão de uma bateria externa na cabine da classe executiva. O dispositivo - comprovadamente ameaçador à segurança de voo - detonou com um estrondo alto enquanto o passageiro o carregava durante o voo sobre o Oceano Atlântico, deixando uma das janelas da aeronave enegrecida pela fumaça. O voo tinha partido de Amsterdã às 15h21, já com duas horas de atraso.O voo KL735 estava no ar havia cerca de 5 horas e meia quando a tripulação decidiu retornar ao Aeroporto Schiphol de Amsterdã. O incêndio no powerbank foi rapidamente detectado e extinto pela tripulação de cabine. A mídia holandesa também noticiou que o dono do dispositivo teria sofrido queimaduras leves em decorrência da explosão do carregador portátil, embora algumas publicações falem na inexistência de feridos. Segundo relatos holandeses, o carregador portátil pertencia a um ex-CEO da KLM. A companhia aérea, no entanto, não identificou publicamente o passageiro em seu comunicado sobre o incidente.Os passageiros estavam sendo reacomodados após o desvio do destino original, embora a KLM tenha afirmado que nem todos poderiam ser acomodados no próximo voo para Curaçao.A KLM permite que os passageiros levem até dois carregadores portáteis , mas estes devem permanecer com o passageiro e não podem ser colocados no compartimento de bagagem de mão. A companhia aérea também proíbe o uso ou carregamento de carregadores portáteis durante o voo.✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp








