Letícia Colin já contou que mora separada do marido, o ator, diretor e roteirista Michel Melamed. Embora tenham passado quase dois anos separados, eles reataram o casamento e optaram por viver em casas diferentes para conciliar a rotina intensa de trabalho e preservar o espaço individual de cada um. Leia também Fábia OliveiraLetícia Colin diz que não voltou a morar com marido e explica motivo Fábia OliveiraLetícia Colin detalha trama intensa de sua 1ª protagonista em Quem Ama Cuida Fábia OliveiraLetícia Colin e Michel Melamed: equipe abre o jogo sobre suposta volta “Tem vezes que a saudade aperta. Ainda mais gravando muito e Michel também com os projetos dele. Ele é dramaturgo, ele é ator, ele dirige, então são dois mundos intensos para conviverem assim”, explicou Letícia Colin à Quem.5 imagensFechar modal.1 de 5Leticia Colin e Michel MelamedReprodução2 de 5Letícia ColinEstevam Avellar/Globo3 de 5Letícia Colin como Adriana em Quem Ama Cuida Reprodução4 de 5Leticia Colin posa durante uma gravação no GNTInstagram/Reprodução5 de 5Leticia Colin posa nos bastidores de uma gravaçãoInstagram/ReproduçãoA atriz, que interpreta a personagem Adriana em Quem Ama Cuida, contou que a família, incluindo o filho Uri, de 6 anos, já se adaptou ao novo formato. Para ela, a decisão é uma maneira de preservar a individualidade de cada um.“A gente está lidando bem com isso e Uri está muito adaptado também. Eu acho que a vida pede movimento, pede resiliência, sabedoria para a gente se adaptar, para a gente se conhecer e para a gente levar a vida que a gente pode levar, real, concreta”, relatou Letícia Colin.Como funciona a práticaConhecido como LAT (living apart together), o modelo, traduzido em português como “vivendo juntos, mas em casas separadas”, tem se tornado cada vez mais comum entre casais.De acordo com a psicóloga especializada em relacionamentos Eudiléia Marcelino, esse formato é benéfico para pessoas que não lidam bem com a rotina ou se sentem sufocados pelo contato excessivo com o outro.“Uma das principais vantagens é que ele pode facilitar o equilíbrio entre o espaço individual e o espaço conjugal, um dos desafios mais complexos da vida a dois”, explica a especialista ao Metrópoles. “Também pode deixar a relação mais leve, pois elimina a necessidade de se adaptar o tempo todo às demandas do outro.”6 imagensFechar modal.1 de 6Estar em um relacionamento saudável envolve uma troca de confiançaGetty Images2 de 6Atualmente, existem diversos tipos de relações, monogâmicas ou nãoGetty Images3 de 6Cada vez mais pessoas se sentem confortáveis para explorar novos tipos de relacionamentoGetty Images4 de 6Entretanto, a geração Z parece ainda ser majoritariamente monogâmicaGetty Images5 de 6Pesquisas mostram que dormir com a parceria pode melhorar o sono e o bom humorGetty Images6 de 6Boletos e trabalho acabam com o tesão do brasileiro, segundo pesquisaGetty ImagesUma pesquisa publicada pelo National Library of Medicine apontou que a maioria dos indivíduos em uniões LAT vive em casas separadas por razões práticas.“O LAT é mais comum entre jovens, aqueles matriculados no ensino superior, pessoas com atitudes liberais, pessoas altamente educadas e aqueles que já coabitaram ou foram casados. Pessoas mais velhas e divorciadas ou viúvas também são mais propensas a escolher o LAT para manter a independência”, afirmaram os pesquisadores do estudo.DesvantagensApesar dos benefícios, esse estilo de vida pode proporcionar algumas desvantagens, como maior custo de manutenção de duas casas e desafio logístico para famílias com filhos.Outros problemas incluem a necessidade de um maior esforço para manter conexão emocional e o risco de que a distância física mascare questões mais profundas.“Muitos casais acabam conflitando mais, pois morar em casas separadas pode aumentar a desconfiança e a insegurança se o casal não tem uma relação sólida”, finaliza a psicóloga Eudiléia Marcelino.




















