O candidato ao Governo do Distrito Federal (GDF) Kiko Caputo (Novo) prometeu, nesta quarta-feira (16/9), entregar estações do Metrô-DF em 100 dias se for eleito governador. Os pontos mencionados por Kiko são o da 104 Sul e o próximo ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran), no Setor Comercial Norte (SCN).“Em 100 dias, vou abrir duas novas estações do metrô: a da 104 Sul, que vai dar acesso à Delegacia da Mulher, e a do Hran, que já está pronta e só falta o revestimento”, comentou o candidato, ressaltando que ambas “estão prontas”.“Se a gente só abrir a do Hran, já vai atender todas as empresas nos setores Bancário, Comercial, Hospitalar, Hoteleiro e Autarquia Norte”, disse Kiko. As declarações foram dadas durante sabatina da Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), nesta quarta.Apesar de não haver estação de metrô na Asa Norte, os trilhos chegam até o Setor Comercial Norte, próximo do Hran. O túnel do metrô termina a 490 metros de distância da Estação Central, na Rodoviária do Plano Piloto, e os trens usam o local como manobra de retorno. Leia também Distrito FederalKiko Caputo critica gastos públicos e diz que não falta dinheiro para o DF Distrito FederalKiko Caputo sobre gestão de Celina: “Todas políticas públicas têm falhado” Distrito Federal“Esporte é educação”, diz Kiko Caputo em final de campeonato Pereirão Distrito FederalKiko Caputo promete ônibus com ar condicionado aos moradores da Estrutural Ainda sobre transporte público, Kiko falou em construir um anel viário e implementar mais linhas de BRT. “Vamos fazer o anel viário para suportar a movimentação de carga, além de implementar BRT para Saída Norte e Saída Leste”, afirmou.Obras e ocupaçõesO candidato do Novo assumiu o compromisso de prosseguir com as obras públicas, mas falou em “maior eficiência”. “Se é verdade que nos outros estados falta dinheiro, aqui sobra dinheiro. Meu compromisso é dar continuidade às obras públicas, não só continuar, mas aprimorar os programas e as políticas públicas com medição da efetividade”, comentou.Perguntado sobre ocupação ilegal em regiões do DF, Kiko afirmou que a prática se tornou comum. O candidato propõe juntar tecnologia ao trabalho policial para impedir a prática.“A gente tem que acabar com isso, a Brasília virou a capital mundial da regularização porque a ocupação ilegal acontece todos os dias debaixo do nariz do governo. Isso atrapalha depois as obras que a gente precisa fazer, fica tudo mais caro e mais difícil. O Distrito Federal vai ter planejamento, ocupação irregular é caso de polícia”, destacou.Cargos públicosKiko pretende priorizar os servidores públicos para assumirem os cargos de direção das empresas públicas e classificou cargos comissionados como “loteamento eleitoreiro”.“Há um loteamento eleitoreiro dos cargos públicos e têm pessoas desqualificadas nos cargos de direção da máquina pública. A gente quer prestigiar e valorizar os servidores públicos. A gente quer dar um choque de gestão, e a energia para esse choque é o servidor público que entrou pela porta da frente por meio de um concurso público”, afirmou.Segurança jurídicaO candidato quer criar maior segurança jurídica para o Governo do DF e para a população para que haja menor judicialização quando houver problemas.“Vamos ter uma mesa de negociação vinculada ao gabinete da Governadoria, mas controlada pela Procuradoria-Geral do DF para a gente acabar com essa insegurança jurídica. A insegurança surgiu, não vamos esperar o Judiciário, só quem ganha com judicialização é só o advogado. A gente precisa resolver os problemas assim que eles surjam para o benefício da população e do governo”, explicou.Para ele, a sensação de segurança jurídica pode alavancar o crescimento em todas as esferas e acha que esse é o caminho para Brasília ser “a capital da esperança”.“Vamos ter segurança jurídica para que seja favorável ao crescimento das empresas. Quando as empresas crescerem eu vou recolher mais impostos, girar a economia, gerar mais empregos, mais renda e isso vira um ciclo vicioso onde vamos ver Brasília virar de novo a capital da esperança.







