Os jovens sul-africanos não são apáticos, mas cada vez menos convencidos de que votar se traduz em prestação de contas, à medida que promessas quebradas e instituições locais pouco responsivas corroem a confiança na democracia. A resposta não é mais uma palestra para 'comparecer', mas um sistema que mantenha um registro visível de promessas, desempenho e consequências.
Uma geração concluiu sua primeira auditoria da democracia e retornou com uma constatação.
Há um poste de iluminação próximo a uma parada de táxi em quase todos os bantustões deste país. Este mês, um novo cartaz eleitoral será fixado nele. Mesmo partido, às vezes o mesmo rosto, cinco anos mais velho. A torneira prometida na última vez ainda está seca.
O jovem que está fixando o cartaz atingiu a idade de votar sob promessas que não foram cumpridas. Nada no sistema lhe deu uma maneira de registrar esse fato onde importa. Em novembro, ele será informado de que é apático.
Siga-nos no WhatsApp | LinkedIn para as últimas manchetes
Ele não é. Ele tem mantido o livro. Ele assistiu a um ciclo completo de promessa e entrega, do pôster ao pôster, e chegou à conclusão que qualquer auditor chegaria a partir de um livro-razão com entradas apenas em um lado.
Em junho, a Comissão Eleitoral da SA (IEC) nos disse que mais de 70% dos eleitores elegíveis entre 18 e 19 anos não estavam na lista eleitoral. À sua honra, a comissão utilizou as ferramentas disponíveis para um órgão de registro. Após o fim de semana de registro de junho, ela zerou seu portal online para que se registrar não custe dados, anunciou um segundo fim de semana para...
Leia a história completa no Daily Maverick.


